quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Pane Geral!





Verão. Tempo de alegria.
Não. Tempo de desespero.
Sem água e sem energia.
Parece que nos roubaram isso
Sem qualquer pudor.
Mas pra onde foi o pudor mesmo?

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Je suis blessé.





Iniciamos o ano de 2015 da pior forma possível. A intolerância, mais uma vez da o seu ar de seriedade (não de graça - onde há graça nisso?), desgosto e dor.
De quarta pra cá (dia 09/01/2015), vimos o terror, o pavor, e outras tantas coisas ruins se desencadear como um efeito dominó, que não poderia, de forma alguma ter acontecido por conta da ignorância e ódio alheio.
A maior vitima, não é só o Charlie Hebdo e seus entes que sofreram dessa estupidez, mas todos nós, que buscamos um pouco mais de paz, a cada dia que o mundo vai ficando furioso com os erros imuteis de outros.




Sim, somos um conjunto de vitimas, que vê nossa paz e amor, desmanchando em sangue derramado e ódio disseminado, de forma errada e fútil, não só na França, mas em todos os lugares desse mundo.
Dessa situação, vemos diversas coisas, analisamos tantas outras, mas uma em especial, que se evidencia muito é a intolerância.
Seja elas de cor, religião ou afins, esses tipos de intolerâncias, são um lixão jogado em seres que não tem nada haver com essas indagações contrarias (e nojentas) a deles. 
A vítima, muitas vezes, apenas que viver em paz, num lugar melhor, e ser respeitada como um humano qualquer digno, independente da sua condição social. 
Não ter respeito por uma pessoa, que seja contraria a qualquer opinião contraria a da maioria, já é ruim. Imagine se ela te mata por essa intolerância? (Infelizmente, vimos o resultado disso nesses dias).
Acho que estamos bem longe de uma coisa simples, mas que deveríamos carregar todos os dias conosco: respeito.
E ainda me lembro, o quanto meus avós diziam que isso era bom. 
Alias, é bom. 




domingo, 30 de novembro de 2014

De cá a diante




De Cá a diante
nada será como antes.

O caminho esta ai
Visível, exposto a mim
E meus sonhos
Nele farei.

De cá a diante
Tudo será melhor
É fato
O ser humano tem de evoluir
Se não a vida passa
E a onda leva.

De cá a diante
Sera assim
Um destino inteiro
Livre, pra mim.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

De tudo que vi nesses tempos.

Nos tempos que passaram de eleições,  ofensas, Desculpas,  diretas e indiretas,  vejo, como os mais lúcidos que o tempo e as pessoas estão cada vez mais loucos. Sim, tudo estar revirado,  como todos nós podemos ver,  mas nada podemos (ou melhor, queremos) fazer.
Isso vejo até nos livros.  Li, na última vez "Budapeste", do Chico Buarque. Num trecho do livro, que fala de Jorge Costa, um escritor frustrado, que acabou fazendo um livro de sucesso, só que para um outro autor, que era gringo, e quando vinha ao Brasil, cantava muitas vezes sua mulher.
Sempre que ele se encontrava com o tal biografado,  o mesmo fazia cara feia/pouco para seu biógrafo anônimo.  As vezes confundia muito o nome fictício do livro (O Ginografo) como o título real do livro. Mas voltando a parte da cafagestcagem,  vejo em questão que nunca paramos com certas atitude,  e fazemos pouco caso dos outros. "Os outros que se danem", já dizia o mais rabugento. Não se importamos sequer com o outro, e isso causa um tipo de alucinação fatal e letal.
As eleições foram o reflexo da ignorância e do ódio disseminado que nos deixamos contaminar. Como pode Isso?  Simples: culpa nossa, toda nossa.

P.s - O texto está meio estranho, por que estou digitando de um tablet (ainda estou me acostumando com essa coisinha).

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Abandonado




Caros companheiros deste blog. Quero aqui me desculpa pela ausência e pela falha que cometi. Desde que criei este blog, não fiquei um mês sequer sem publicar. 
No setembro passado, foi a primeira vez que deixei de publicar em um mês nesses últimos 7 anos que tenho por aqui. Tive diversos problema (como qualquer outro ser) e uma escassez de tempo como nunca antes na minha história.
Mas tudo isso esta fazendo parte de mim e das minhas escolhas ultimamente.
Então, venho aqui fazer mais uma promessa de aliança, de postar mais coisas interessantes a todos vocês que estão aqui. Dei-me mais um voto de confiança. Darei-lhe mais e melhores posts.
Grato. 

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O Desequilibro Intelectual De Quem Escreve




Nesses tempos, pouco folgados então, tenho tido um problema cronico, que atinge 10 em 10 (estática comprovada) aos que escrevem: a falta de criatividade para escrever.
Digo criatividade não de firular ou enfeitar os textos, mas sim de iniciar algo numa simples folha de papel, um texto mesmo.
A folha branca, tão colaborativa a nós, se transforma no monstro oculto, que fecha os poros mais visíveis do pensamento humano, dando essa incapacidade de termos essa proeza de não conseguir escrever algo minimamente produtivo (seja ele num caderno ou num post de blog).
Eu, como é pra ser (e é), pois escrevo, tenho isso, e mais algo que chamo de "desequilíbrio intelectual".
O desequilíbrio intelectual pode ser, ao meu ver, esta relacionado a um tipo curioso e conveniente de problema: você escrever mais que ler, ou vice-versa. 
Ultimamente, estou tendo isso para o lado das leituras (tanto que estou lendo o 32° livro do ano - até o instante que escrevo este post). 
Até é bom, pois você colhe bastante coisa por um lado. 
Mas, pelo outro, a falta de impor isso numa folha de papel, faz muita falta, e cria até um certo pavor e constrangimento dentro de mim (ou de cada um que escreve algo). 
Há uma verdade absoluta: quem escreve sempre terá isso, pois nunca se sabe quando o cérebro vai falhar ou a folha de papel em branco vai atacar como o monstro invisível sem linhas (ou com elas) de forma avassaladora nosso eu, engolindo invisivelmente as letras e até os nossos pensamentos textuais.
É assim, a vida de quem escrever. Uma pena por sinal, pois o maior desejo, era sermos ilimitados. 

domingo, 13 de julho de 2014

A Alemanha (re) escreve a história - Final da Copa do Mundo Fifa 2014™




Eram duas seleções. Uma tinha elenco e vinha de 24 anos sem ganhar um titulo. A outra vem de 26 anos sem titulo, mas era o time de um homem só. 
O jogo no primeiro tempo foi bem a cara das características que cada equipe tinha. A Alemanha indo mais. Mas mesmo assim a Argentina se aproveitava em bons contra ataques. Ambos os times perderam excelentes chances. Inclusive a Argentina, que, de um vacilo da zaga alemã, Higuaín com o gol escancarado , mas desperdiçou. 
O segundo tempo caiu um pouco de produção. O desgaste dos jogos longos que as seleções enfrentaram (inclusive a Alemanha, com duas prorrogações), estava exposto. Mas isso não impediu que o bom futebol reinasse, com lances perigosos, jogadas muito boas, e entradas duras. 
Mas o 0x0 persistia. E para as duas seleções, que já haviam enfrentado jogos de prorrogação e pênaltis, foram pra mais um período de 30 minutos. 
O futebol foi caindo, mesmo a Alemanha assustando logo no inicio.
Até que com 113 minutos, eis que Gotze recebem a bola na área, quase na frente de Romero, e faz uma pintura digna de maracanã. 
1x0. Foi um êxtase incrível. Parecia o Brasil. Mas era a Alemanha. Então, pra dá mais gosto, houve um pequeno sufoco da Argentina. Mas não deu: Alemanha tetra campeã do mundo!
Sem mais discussões. Agora o eixo e estilo de futebol é outro. 


sábado, 12 de julho de 2014

Para o bem do futebol (Seleção Brasileira -Jogo 7 (3° lugar)




Podem chamar este jogo contra a Holanda de qualquer coisas, menos que ele foi benéfico para o futebol brasileiro. Sim, há males que vem para o bem. Vou dizer-lhe.
Pense em um meio campo desarrumado. Agora pense na seleção de hoje.  
Tudo que foi visto e jogado por esse time, não pode ser aproveitado. Ha apenas alguns jogadores que ali, devem fazer parte de uma base, com outro técnico, se é que ele aproveitará esses mesmo. 
Scolari, totalmente sem noção nenhuma foi, tentou, mas ficou na mesma: sem reação e "pane" no jogo. 
Tomou 3x0, dentro de casa, prometendo fundos e mundo antes de tudo....e não deu em nada.
Como disse no post anterior: que se comesse um novo ciclo!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Lamentável (Seleção Brasileira - Jogo 6)




Eu nunca vi isso. Desde 1998, com 7 anos de idade, que vejo futebol, nunca vi.
Um time apático, pouco eficiente, morto. 
é uma pena, pena mesmo.
De dá dor, apertar o coração, que tanto confio nessa seleção.
É, dolorido. Mesmo, de verdade.
Mas daí, há uma lição: seleção se forma com base e estruturas dignas de tal. Não com qualquer coisa, sem desmerecer o trabalho que foi feito. Mas o trabalho que ai estava, foi pífio, amadorismo total.
Não vou me prolongar muito nas palavras. Como disse o Julio Cesar "Não adianta explicar o inexplicável". Justo. Doloroso por de mais.
Que comece um novo ciclo.



sexta-feira, 4 de julho de 2014

Bom e Ruim (Seleção Brasileira - Jogo 5)




Foi bom, realmente bom. Mas com a perca de Neymar. 
O jogo em si, mais uma vez em Fortaleza (terra linda, minha, e querida), foi muito bom. Maicon deu um ar de maior postura a seleção. Paulinho e Fernanindinho juntos colaboraram muito nisso.
O Brasil foi bem nessa pegada se sufocar o adversário, principalmente a Colômbia, que era bastante rápida nos seus contra golpes.
Só que fez apenas 1x0 com uma cabeçada boa, em que Tiago Silva sobrou sem ser muito incomodado pelo seu marcador. 
Daí, o Brasil chutou bastante, mas sem muito sucesso. Daria pra meter uns três se caso não desperdiçasse tantos chutes.



No segundo foi mais ou menos da mesma forma, só que em menos intensidade. As coisas decairão um pouco mais, mas mesmo assim, a seleção conseguiu uma falta a longa distancia, que Davi Luiz pintou de forma linda no gol. Mas veio um penal para a Colômbia. E James (ler-se rames) Rodrigues faz. Disso, a Colômbia ganha confiança. Nisso, Tiago Silva ganha um novo amarelo, e fica de fora da semifinal. Só que aos 41, vem o lance da discórdia, onde Zúniga chega deslealmente (no minimo, imprudente) com o Joelho em Neymar. Ele, chorava de muita dor, mas tínhamos boas expectativas de que ao menos ele voltasse (nem que fosse sob infiltração, sacrifício, escambau)  para o próximo jogo. Tomamos sufoco, pressão, mas sobrevivemos ao inferno. Mas ainda estava por vir, mais ou menos meia hora, uma hora depois do jogo a noticia de que Neymar fraturou uma vértebra (a L3, posterior), e que estaria fora da copa. Me assustei com a noticia. E a enxurrada de mensagens de apoio a Neymar e apedrejamento a Zúniga. 
E o jogo? aonde ficou em tudo isso? Em segundo plano.
E mesmo em a maior estrela, que o Brasil vá. Em Conjunto.




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