terça-feira, 25 de setembro de 2018

Humildade,Modric, e ausências (não nessessariamente nessa ordem)




Um novo melhor do mundo foi escolhido ontem: Modric (discordem ou não).

Até que gostei dessa escolha. Foi algo além da sensatez. E teve um fundo de verdade na sua premiação como melhor do mundo em 2018, mesmo com o efeito copa tendo um "peso dois" na premiação da Fifa.

E por também ter quebrado a polaridade Messi-Ronaldo, foi bom ter visto uma nova cara, um novo rosto, um novo alguém (e que alguém) para leva o Awrard da Fifa para casa.

Mas o que mais notei foram algumas coisas:

  • Além do premio principal, ele foi eleito o melhor em sua posição, na seleção dos XI melhores da Fifa.
  • Foi Humilde em destacar também seus companheiros de Real e Seleção Croata no premio (ninguém ganha nada sozinho - futebol é esporte COLETIVO).
  • E falou em croata, espanhol e inglês (esse primeiro - que na verdade foi sua fala por ultimo) foi muito engrandecedor, para o próprio e para Croácia em si.
Mas o que foi mais comentado na noite foram as ausências da dupla (que polarizou o prêmio) Messi-Ronaldo. Pra mim , as ausências tiveram um misto de ego e não querer. Ego pelo fato de eles não quererem aplaudir um "novato" no premio. E não querer, pois podemos até não saber, mas isso pode revelar motivos pessoais a não ida ao premio (como o próprio ego sendo motivo, por exemplo).


Foi bom ter visto o Modric ter ganhado o award da Fifa. A Humildade nos leva longe.


P.S.> Também meus parabéns a Marta: Recordistas de prêmios de melhor jogadora do mundo (seis - HEXA ANTES DA SELEÇÃO BRASILEIRA!!!!!!).
 

sábado, 25 de agosto de 2018

De algumas coisas que escrevo


Hoje
Fiquei sem assunto pra falar.
Mas prefiro me espressar assim
Sem muito formalismo pra rimar
Ou fazer alguém parar
Pra me ver
E admirar
Por que sei
Que não sou tão bom assim
De ibope
Que é coisa comum
Mas que ainda veem com nobre
Como o horarios das 9
Onde passa a novela
Que nunca vejo
Pois atrofia meus desejos
Desejos esses que guardo em mim
Discretamente
Secretamente
Com 1000 chaves e correntes
Dentro de mim.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Filosofia para pensar




Ultimamente tenho mergulhado profundo nas águas do pensamento. E a filosofia tem me ajudado quanto a isso.
Lembro uma vez ter visto uma palestra de ensinamentos avançados de poker (pois é, olha o esporte da mente aparecendo outra vez), e o palestrante, que estava mentorando diversos profissionais, recomendava que estudássemos filosofia.
E ai que a vida começou a subir para outro nível.
E minha senhora (vulgo: namorada) que atualmente estuda filosofia, me emprestou um livro de Aristóteles (pra colaborar com tal fim), do qual me abriu a mente a esse questionamento. Foi uma coisa, da qual tinha meio que perdido no tempo, pois lembro que a ultima vez da qual estudei filosofia, foi em 2007, com meros 16 anos, na escola.
Atualmente, enquanto escrevo esse post, esta sendo muito bom ler sobre Aristóteles (já estou encerrando o livro). Um questionamento profundo, principalmente puxando algumas coisas de seu mentor, Platão, mas de uma maneira bem original.
E isso tem me servido pra olhar além do obvio, ver aonde realmente poucos veem, pois nem tudo é tão obvio assim.


P.S: Curto meu texto? Estou me reabituando a escrever e tentando trazer um pouco do meu eu novo a isso.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Chester Forever


Faz um tempo que você se foi
Um ano, talvez
Pois pra mim
Pareceu-me mais.

É, a saudade de você é grande.
O vazio da sua voz é ensurdecedor
E o espaço que você deixou
Fará-nos sempre ter a sua falta.

É, eu sei
O que me conforta é isso
É a questão de você está em outra dimensão
Melhor que essa
Onde você se sente verdadeiramente alegre 

Então, que Deus te tenha
Que daqui, viveremos um pouco em cada dia
As lembranças deixadas por ti.

Obrigado.


quarta-feira, 18 de julho de 2018

O que o poker me ensinou para a vida.



Eu jogo poker desde abril de 2017.
Já tinha uma conta no maior site de poker online do mundo (o pokerstars) desde 2014, mas nunca me interessei em tentar aprender o jogo. 
Até que em abril, pela influencia de um mentor meu (Gabriel Goffi - ex-jogador de poker e campeão brasileiro), acabei indo tentar.
No começo do jogo, fui fazendo uma coisa bem bacana: estudo e implementação (sim, se estuda poker - por isso o mesmo é considerado um esporte da mente, e não um simples carteado).
E essa ação, se deu por mais ou menos três meses, e até que conseguir ter um bom entendimento do jogo.
E chego até ser regular para o game (estou no período chamado de "downswing" - onde há uma queda na lucratividade da pessoa no jogo - coisas do esporte, pois ha pessoas em franca ascendencia), mas isso me ajudou bastante a me lhe dar com algumas partes determinantes da minha vida. 
A tomada de decisão foi uma delas (se não a principal). 
Explico: durante o jogo, nós tomamos várias e várias decisões, sobre apostar ou não uma determinada mão (no caso as cartas). E na vida é basicamente o mesmo trejeito: você tem de saber qual o momento ideal (pois nem sempre o melhor aparecerá diante de nós), para que você possa executar a melhor ação possível, e consequentemente, tirar algum valor daquilo.




Isso está sendo fundamental para mim. Tenho feito escolhas melhores, para coisas, situações e pessoas.
E o poker tem uma serie de outras coisas colaborativas para a nossa vida: leitura corporal do oponente, calculo de apostas (isso se resume se sua aposta será lucrativa a curto, médio e longo prazo - principalmente o ultimo citado), evolução, estilo de jogo, estudo, entre outras partes exploráveis.
Ha bastante gente jogando o jogo, no Brasil e no mundo. Um bom exemplo é o torneio do qual aconteceu nos últimos dias: a Wolrd Series Of Poker (WSOP para os mais íntimos), que é considerado a copa do mundo do poker, e o sonho da maioria dos jogadores profissionais e recreativos (tanto para jogo, quanto para a premiação - que no caso é um bracelete). Ela acontece todos os anos em Las Vegas (lugar melhor não ha).
Tem gente que joga por diversão, e outros por profissão. 
Eu jogo por diversão, mas também sempre atento á evolução do jogo, e trazendo (sempre) algumas peças importantes dele para a minha vida. E tem me caído muito bem até o momento. É  prova de que no esporte ou na vida, precisamos sempre competir, e tirar lições dos erros, porém comemorar com os acertos.

E como dizem alguns jogadores: A vida é como o poker: ou se joga por valor, ou por blefe.

OBS: caso você queria saber mais sobre o jogo, clique aqui.

sábado, 14 de julho de 2018

Eu voltei (mas, será que pra ficar?)



Voltei até aqui.
Mas voltei por ainda está indeciso do espaço do qual quero publicar minhas escritas (se por aqui ou se via WIX - onde até um tempo desses, eu estava escrevendo por lá). Mas por enquanto, vou ficar por aqui até o fim de 2018 (em termos prévios) até que eu tome tal decisão.
Mas enfim, mais uma volta (e quantas vezes já não fiz isso durante esses tempos por aqui).
Estou me recondicionando a escrever mais e ler mais (confesso minha indisciplina quanto a isso).
Mas não posso dar muitas desculpas (de estudo, trabalho, de tempo, da vida moderna, o escambau...), pois se quero seguir por aqui, tenho de me redirecionar a uma maneira melhorada ao que eu quero.
Pretendo escrever mais, e com certa disciplina, implementando isso como um "novo habito", como tenho feito com alguns desses durante os últimos tempos (uns dois anos pra cá, mais precisamente).
Foram tantas experiências e tantas coisas doidas das quais vivi e aprendi que não vejo a hora de compartilhar essa minha nova visão por aqui. 
Uma visão mais evoluída e mais simplificada das coisas da vida.
E é assim que pretendo me manter: em constante evolução.
Trago aqui boas novas (algumas velhas, mas usuais - quem sabe) para esse cantinho, que sempre um baita carinho. 

Enfim: que eu reedesperte essa minha ânsia de escrever um pouco do que passe aqui nesse lugar.
I'm Back!



terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Criando um fato novo

foto: José A. García (JORNAL MARCA

Ano novo, velhas coisas acontecendo. Ao menos no Real Madrid foi assim. Rafa Benitez saiu, e entrou Zidane. Até ai, nada de novo, tudo muito fadado. Coisas do futebol. 
Mas quando Florentino Perez abriu a boca pra falar, disse algo, pra mim ao menos, bem incomum, e, digamos, um pouco ridículo de ser:


"Estamos criando um fato novo..."


Como assim? me expliquem isso! Será que a abrasileiração do mundo está pegando certa parte da Europa, mais precisamente Madrid? Entendo, que desde o começo Benitez sempre foi vaiado por conta da saída desnecessária de Ancelotti, que foi muito injusta por sinal (e desconfio eu que seja muito questão de influencia de patrocínio - que provavelmente estava perdendo com a falta de títulos no fim da temporada). 
Mas dar uma boa desculpa de que "estamos criando um fato novo", para por um novo técnico no meio do caminho, não é a razão de tudo. Tudo bem, entendo que o Zidane pode melhorar o time num curto/longo prazo. Mas penso que, se as escolhas corretas tivessem sido feitas lá trás, muito provavelmente essa troca não haveria acontecido (no caso, manter o Ancelotti seria o correto -  e o melhor a ser feito).
Infelizmente a Europa já não tem mais essa blindagem de dizer que há planejamento a longo prazo. ha sim, mas não é uma imunidade, ou uma filosofia do futebol de lá (em termos gerais).
Mas que ao menos as coisas sejam mais dignas e menos imediatistas. 

Foto: Reuters

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O que 2015 deixou para mim.


Uma coisa marcante para mim desse ano (apesar de ele não ter sido tão bom assim – e isso não foi culpa da crise), foram os aprendizados, e como cada um deles me fez pensar e me edificar como ser humano.
Seja nos livros (que eu tanto amo), como minhas situações de vida ou com outras pessoas que vivi/conheci, sempre levei algo de ensino pra mim, e que hoje, olhando pra trás, vejo que por mais amargo que foi o momento, o aprendizado adocicou um pouco tudo isso que sou hoje, e incrementou cada vez mais a minha pessoa.
Um exemplo disso foi que, por mais que você queria algo ou alguém na sua vida, se aquilo for tóxico, você terá de descartar sem nenhuma dor. Às vezes, sentimos medo de realmente deixar algo pra trás. Mas em algumas outras vezes, é realmente necessário e justo para si (ou – em determinadas vezes – para outrem) deixa aquilo para trás.



Confesso que em alguns momentos senti um medo horroroso de que aquilo me colocasse, por em um determinado momento, ponto de sofrimento no longo prazo.  Mas depois que o sofrer passou com os dias, percebi que a situação me transformou um pouco: um pouco mais maduro, um pouco mais sensato, e um pouco mais desapegado (e um pouco mais de outros bons valores que agreguei ao meu eu).
Graças a Deus tenho levado bem isso pra minha vida, e pretendo levar mais pro meu futuro, que cada vez exige muito que eu seja melhor pra mim, e para o mundo, pois não valeria de nada se eu só deixasse todo esse ensinamento comigo mesmo.
As pessoas andam tão egoístas e desengonçadas por dentro, que mal podem fazer daquilo que aprenderam, um real valor agregado a si. Mas um dia todo mundo aprende. Seja por bem ou mal.



Enfim, a vida segue, e 2016 vem ai.


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Renovando tudo

Passei por um longo tempo sabático sem escrever aqui. Foram muitas coisas que que vivi, profissionalmente e pessoalmente.
Ando diferente, lógico, depois de remover tantas cascas de mim, reciclar e mudar de ideia várias vezes (lógico, sem mudar minha essência).
Sinto que sou mais firme, e mais seguro pra fazer as coisas que amo. Antes, vivia com uma certa tensão de não saber bem como me lhe dar com coisas do tipo, "será que devo fazer/voltar/seguir?".
Então parei e pensei. Me recolhi daqui, para utilizar todo esse meu tempo para me renovar e fazer tudo novo de novo.
Enfim, foram muitas mudanças. Mas chego aqui e as vejo melhores, mais maduras, sólidas dentro de mim. E vi que era mais que a hora de volta.
Voltei. Mesmo com o blog ainda meio estando como antes, mas mudarei tudo logo logo. Elas aconteceram gradualmente, sem muito alarde, mas todo perceberão isso.
E que venham coisas boas. 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Pane Geral!





Verão. Tempo de alegria.
Não. Tempo de desespero.
Sem água e sem energia.
Parece que nos roubaram isso
Sem qualquer pudor.
Mas pra onde foi o pudor mesmo?

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