segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O Desequilibro Intelectual De Quem Escreve




Nesses tempos, pouco folgados então, tenho tido um problema cronico, que atinge 10 em 10 (estática comprovada) aos que escrevem: a falta de criatividade para escrever.
Digo criatividade não de firular ou enfeitar os textos, mas sim de iniciar algo numa simples folha de papel, um texto mesmo.
A folha branca, tão colaborativa a nós, se transforma no monstro oculto, que fecha os poros mais visíveis do pensamento humano, dando essa incapacidade de termos essa proeza de não conseguir escrever algo minimamente produtivo (seja ele num caderno ou num post de blog).
Eu, como é pra ser (e é), pois escrevo, tenho isso, e mais algo que chamo de "desequilíbrio intelectual".
O desequilíbrio intelectual pode ser, ao meu ver, esta relacionado a um tipo curioso e conveniente de problema: você escrever mais que ler, ou vice-versa. 
Ultimamente, estou tendo isso para o lado das leituras (tanto que estou lendo o 32° livro do ano - até o instante que escrevo este post). 
Até é bom, pois você colhe bastante coisa por um lado. 
Mas, pelo outro, a falta de impor isso numa folha de papel, faz muita falta, e cria até um certo pavor e constrangimento dentro de mim (ou de cada um que escreve algo). 
Há uma verdade absoluta: quem escreve sempre terá isso, pois nunca se sabe quando o cérebro vai falhar ou a folha de papel em branco vai atacar como o monstro invisível sem linhas (ou com elas) de forma avassaladora nosso eu, engolindo invisivelmente as letras e até os nossos pensamentos textuais.
É assim, a vida de quem escrever. Uma pena por sinal, pois o maior desejo, era sermos ilimitados. 

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