domingo, 30 de junho de 2013

É campeão - jogo 5




Futebol, apenas isso. A seleção foi bravura, raça e qualidade. Gostei muito do que vi, e isso pode ser um enorme passo para o futuro que virá (daqui á um ano pra ser preciso).

No primeiro tempo, de cara, já vi que o Brasil poderia estar bem, mesmo ser tão evidente. Mas não tão bem quando vi o gol do Fred. No chão(incrível!!), fez o gol. 1x0. Nisso, senti duas coisas da seleção espanhola: o cansaço físico e mental. 
Quando o Marcelo sofreu a falta (?) de Fernando Torres, percebi que essas duas diferenças que estavam contra a seleção espanhola, iriam se juntar a outras, como as 72 mil pessoas empurrando o time. Já havia dito uma vez, há muito tempo pra um amigo, que o Maracanã lotado, todo contra um time estrangeiro (seja ela clube ou seleção) dificilmente ganharia. E isso foi se confirmando hoje, com o estilo de jogo do Brasil, que era forte e avante. 
Ainda no primeiro tempo, vi o possível lance que mantéu a seleção dentro dos eixos. Na hora do contra ataque da seleção espanhola, a zaga se perdeu, e quando Pedro iria dar o golpe de misericórdia, David Luiz salvou o que era praticamente um gol certo. Aquilo me deu uma sensação muito boa de que as coisas para o Brasil poderiam sim, rumar para uma vitória sólida e digna. Foi fato, o segundo gol, gerado de um passe magistral de Oscar, e um golaço (que alguns me disseram que foi sorte - não achei muito essas coisas) de Ney Jr. 2x0, e uma boa vantagem levada para o segundo tempo.



Na fase final do jogo, continuei a ver um ótimo nível de futebol. Depois, com dois do segundo tempo, Fred faz 3x0 Brasil. Nisso, o Brasil foi se consumando como melhor em jogo, principalmente Ney Jr (que infernizou geral). Mais isso, vinham da torcida, gritos de olé, "o campeão voltou", "é campeão", e outros tantos. Ouve até um pênalti a favor da "La Roja". Mas como quem iria bater era Sergio Ramos, ele fez o de sempre em pênaltis: jogou pra fora, desperdiçou. Disso, conseguimos, por melhor que fosse a Espanha, nos impor, fazer um bom nível de jogo. Esse foi um grande passo para o Hexa. Agora a seleção tem pouco mais de um ano para ajustar e melhorar suas peças e o jeito de jogar. Temos uma boa parte do caminho andada, e um bom rumo para o Hexa.

Duas coisas: 
1-Hoje fazem 11 anos do Penta da seleção brasileira, em 2002
2-Completo hoje 400 post no meu blog (parabéns!)


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Sofrido - Jogo 4

Amigos e amigas: pra quem viu o jogo de hoje, e passou bem por isso, considere-se saudável. Você não é mais cardíaco depois de tudo que ocorreu hoje em Minas Gerais(Eba!).

Como sempre em Brasil e Uruguai, tudo é duro, difícil, catimbado,pegado e aguerrido.
Até pouco antes do Gol, vi um jogo bem balançado. Chances pra lá, jogadas pra cá, até que numa jogada muito fodinha (que o diga os meus manos de 18,17 anos) que ele chutou, Museira (o "goleirão" do Uruguai rebateu, e Fred (não o do filme) fez em sua casa o gol. 1x0.




Até ai foi uma boa levar um placar positivo pro intervalo.
No segundo tempo, foi que o negocio ficou duro, tipico do clássico. Duro, provocador, faltoso e chato. Ai, numa jogada, pá, Cavani empata para o Uruguai. 1x1.
Nisso, o jogo ficou mais tenso, perigoso até. Eles pareciam querer a todo custo tirar um dos nosso (coisa vã, vazia).




Até no escanteio o jogador do Uruguai provocou o o Ney Jr. Nem adiantou. Ele bateu o escanteio, e Paulinho cabeceou rumo as redes. 2x1 e um êxtase de felicidade e vingança pelas inúteis palavras de Lugano na véspera do jogo (só podia se uruguaio). Ainda teve uma tensão no fim (juro, nessa hora fiquei com o monossilabo na mão). Mas no fim deu tudo certo. Que venha a final (e se possível o titulo!)



terça-feira, 25 de junho de 2013

Minha (Humilde) Poesia curta.



Não vim pra fazer alarde
De tarde então
Nem faço isso.

Sou assim
Sem rimas, discreto
Sem constrangimento
Meio falastrão, entendo
Mas quieto, na minha
Só vendo o que posso fazer. 

Assim, vou seguindo
Sabendo
E principalmente ouvindo
Aprendendo sempre
Das coisas da vida.

sábado, 22 de junho de 2013

Acabou a Moleza - Jogo 3



No primeiro tempo, houve por um breve tempo, uma facilidade de invasão da área italiana, principalmente no inicio do jogo, onde se perdeu chances claras. Nisso, batemos e tomamos muitas faltas, faltou um pouco mais de cautela diante dessa situação, decorrente até de mudanças, mas ainda sim, no finalzinho do jogo, sai um gol (por sinal impedidinho – uns 20 metros) de Dante. 1x0 e um pouco mais de tranqüilidade para a segunda etapa.



No segundo tempo, vi o Brasil um pouco mais pra cima, quase como no inicio da primeira parte, apesar de tomar os dois gols que tomou, das faltas que cometeu e levou (mais uma vez), mas mesmo assim, deu tudo certo (UFA!).
Quando a Itália fez o primeiro gol, fiquei de certa forma temeroso, pois eu não havia visto até a falta perto da área Ney Jr. Mas quando o tal 10 cobrou com um jeito que só um cara como ele bateu, foi mágico e conseqüente tudo que aconteceu logo em seguida ao gol. 2x1. Depois, mais um aperto da Itália, mais algumas falta, e de repente, quem parecia não mais aparecer, apareceu: Fred. 3x1. Ai, lá vem de novo aquele mesmo tipo padrão de pressão italiana, que originou de um lance confuso, que saiu o segundo gol italiano. O arbitro estava até que bem no jogo, mas na minha humilde opinião, ele ficou confuso, principalmente depois desse lance, onde ele mesmo havia marcado pênalti, e em seguida deu o gol para a Itália. Ai, mais uma vez a estrela do centroavante aparece nesse jogo aguerrido. Disputando uma bola, passo a passo, centímetro a centímetro, deixando o tal camisa 3 da Itália ao solo (que o digam os delegados/policiais/peritos/afins quando falam em reportagens de programas violentos), fazendo seu segundo gol (só faltou mesmo a torcida gritar como a do fluminense – O FRED VAI TE PEGARR!!! O FRED VAI TE PEGARRR!!).
Agora, tudo se decidirá nas semifinais. Espero que a seleção esteja 100% (e parece, pelo ritmo, que pode sim estar assim) para encarar seu próximo adversário. Que se vá mais, se solte mais, e seja menos (bem menos) inconstante do que hoje, pois pode ser perigoso jogar assim.




p.s> me desculpem por colocar esse post atrasadíssimo. Esqueci-me completamente de por o tal depois do jogo (burrice mode on). 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Sangue e Bola - Jogo 2



Minha cidade, Fortaleza, recebeu o segundo jogo da seleção na Copa Das Confederações.
Tudo já começou tenso, com violência e baderna na manifestação que houve algumas horas antes da partida (o que foi uma pena - os baderneiros sempre fazem a festa!). Lamento de mais, e espero muito, de verdade, que a luta não pare!

Mas sobre o jogo, eu não gostei tanto do que vi, apesar do 2x0 no grande México (mais conhecido como Mexicozão!). No primeiro tempo, vi um time de qualidade, e mais um golaço de primeira de Ney Jr. 1x0 Seleção. Dai, pensei que a seleção aplicaria 2,3, sem exagero algum, pois o ritmo do jogo era propicio a isso. Mas as coisas começaram a se inverter quando Davi Luiz (o Anderson Varejão do futebol!) tomou sem querer (coisa de jogo) uma cabeçada do Tiago Silva. Sangrou até não quer mais (exagerado, sou mesmo!), e fez falta, gerando uma jogada boa do até então pequeno México (Popularmente - principalmente no beco da poeira - mexicozinho!)



No segundo tempo, vi o Brasil declinar, se deixando levar pelo jogo e "ginga" do futebol mexicano (o grande  México!), principalmente pelo lado esquerdo. O Brasil ficou muito faltoso, pouco criativo e sendo sufocado pelo México em alguns momentos pela lateral. Lucas entrou mal (ponto). Fred não foi bacana(poderia ser melhor). Jô (não da globo, mas o do galo mineiro) no começo não foi bem, mas se entrosou e ficou legal no jogo. De repente, Ney Jr. deu um drible desconcertantemente máximo(lembrem de robinho em 2007 no Maracanã), dando o passe pro gol de Jô (já virou talismã depois disso! - ao menos assim espero). 
Estou torcendo para o Brasil se classificar em primeiro no grupo. Assim, põe um possível jogo contra a Espanha para a final. Mas até lá, a seleção precisa melhorar (e um bocado - ao menos nas partes fundamentas, como a zaga), se quiser ter um nível bom, e competitivo para o resto da competição. Só assim, as vitórias e o título virá.


terça-feira, 18 de junho de 2013

Que os direitos não fiquem apenas nos protestos!




Acho lindo tudo isso que estão fazendo nas ruas de nosso país. 
Isso é apenas um grande incentivo destes heróis, que querem que você mude, junto com eles, por tudo que sofremos neste país. 
E para isso, precisamos mudar nossas atitudes no dia-a-dia. 
Os manifestantes, são exemplo (menos os baderneiros - xiitas de corpo e alma) de tudo que podemos fazer pelo nosso povo, e principalmente pelo nosso país. 
Que a luta não pare. Que nós possamos fazer isso a cada novo dia, sempre utilizando dos meios existentes, para a melhora de nossa sociedade. 
É sua,a minha, a nossa atitude que pode dar continuidade a toda essa luta dessa gente nossa que estar nas ruas.
#OGiganteAcordou!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Nossos heróis estão nas ruas.



Estou feliz por tudo isso, graças a esses loucos revolucionários, que estão mudando nosso país. Que Deus os ilumine e faça por cada um de nós, o que sofremos durante todos esses anos de abusos das autoridades imundas deste país.
Agora sim, nosso país vai mudar. Que Deus esteja com cada um desses que estão nas ruas. E que venha a revolução!

#MudaBrasil!

sábado, 15 de junho de 2013

Não é essa rapadura toda - Jogo 1


 (Foto: Reuters)



É Brasil, a vida não tá fácil mesmo. Gente importante tomando vaia(Ihhh Dilmal, que Faaasee!), gente sem lugar e outros transtornos típicos da nossa terra amada (Buhhhhh - essa é minha vaia, prazer!). Mas vou contar isso da minha humilde visão.
Na entrada dos jogadores, logo percebi que algo estranho poderia acontecer. E foi pior do que pensei. Justo na hora em que Blatter e Dilma iriam falar, lá vem, direto das arquibancadas (ali, pertinho deles), sonoras vaias. Até té Blatter tentou apaziguar com um "Onde está o respeito e o fair play?, por favor?"
 e tomou uma pior ainda.

E vamos pro jogo.

De cara, pensei que a Seleção iria ter uma dificuldade de criar algo que poderíamos chamar de "chance de gol". E (impressionantemente) com 2 minutos do primeiro tempo, já faz um de voleio com o Neymar: 1x0.
Depois o Brasil tentou um jogo bom, com troca de passes que resultaram e boas chances. O Japão, foi com a "alma" na sua característica velocidade, assustando até. 

No segundo tempo, outra vez, já de cara, Paulinho, faz a jogada típica de centroavante, e marca um 2 a 0 bonito de se ver. E nesse período, o Brasil se manteve constante, num ritmo bom, apesar de o adversário não ser essa rapadura toda de técnica e qualidade (a não ser a sua rapidez). O melhor de tudo, e que particularmente gostei de mais, foi o Jô. Numa jogada genialíssima de Oscar, recebeu uma bola açucaradíssima. 3x0 e gol de Jô (um beijo do gordo, ops...do magro!) 



O que faltou pra mim foi duas coisas

1- encaixe dos espaços quando estava sem a bola. Isso é perigoso, principalmente para adversários mais pesados, inclusive contra o México na quarta.

2-Rapidez nos contra-ataques: precisamos de um homem(além de Oscar) pra aproveitar melhor isso. Vi várias vezes os nipônicos deixando espaços imensos quando o Brasil iria atacar (será por que o Japão é o país que se come pela metade?). O Brasil precisa (Urgentemente) investir nessa parte nos jogos.

Apesar dos pesares, gostei do que vi. Mas, de verdade, o teste de fogo, será aqui em Fortaleza, com Chicharito e cia, comandando a seleção mexicana. Ai podemos ver se realmente a seleção é essa rapadura toda mesmo.


sexta-feira, 14 de junho de 2013

A vida como ela é (Da pior forma).





Acabo de chegar aqui no trabalho, depois de ter visto uma cena no minimo lastimável.
Duas pessoas, de vista, poderiam ser respectivamente mãe e filho carregando nos braços uma mulher, que parecia ser muito próxima a eles, e que estava muito mal aparentemente, por uso de alguma coisa que lhe deixou em um estado de total indisponibilidade para sequer ficar em pé. Olhando a cena, não nego que fiquei pensando "Meu Deus, que lastimável." Aquilo era o extremo da impossibilidade e de fracasso da pessoa humana.
Com esse tipos de coisa, me perguntou aonde vamos parar, pois já chegamos em um ponto que o vulgar, o inútil, o rude, o agressivo e até o conformismo não assustam mais.
Como uma vez, um professor meu disse numa aula:

"Um dia a Dercy Gonçalves disse algo que achei muito curioso e me fez refletir bastante.'Hoje em dia, dizer merda, puta, sexo, violência, já não assusta mais ninguém. Mas se você for um pouco mais gentil, dizer um obrigado, por favor, com licença, o povo se assusta, acha algo muito incrível, como se fosse banal.'"

E sem sombra de duvida, é. Todas as vezes que saio, ou estou em locais públicos, tento ser gentil. Até na hora que estou em um restaurante/lanchonete, se algum garçom/garçonete erra meu pedido, tento ser indiferente com isso, não ligando pro erro, sendo simpático até, e dizendo que não há problema algum, por que todos nós erramos (ou há alguém perfeito por aqui, hein?)

Paciência, é um dom difícil nesses dias de terror. Sei, é complicado tê-lá, mas esforçando-se um pouco, quem sabe não podemos melhorar esse quadro, e até evitar histórias, como essa que vi. Que tal tentarmos? 

domingo, 9 de junho de 2013

Uma Seleção (Ainda) sem cara.




Um homem maduro, feito, vivido, mas....onde está seu rosto?
Meio esfacelado, não tão aparentado ao que era antes.
É assim que vejo a seleção.

Mal completo 22 anos (no ultimo dia 8 de junho - parabéns pra mim, sou lindo!), e já vou metendo o sarrafo. A seleção, apesar do 3 x 0 na Franca (Merci Français!), não fez o jogo do que é esperado. 
Por um lado, isso é bom, pro animo, que não vinha tão bem de uns tempos pra cá. Quebrou tabus, jogou um pouco melhor, mas não o suficiente pra dizer que esta boa, bem pra ganhar e cativar a todos na Copa Das Confederações.
As estrelas, sempre elas, não brilharam. Vi uma constelação sem brilho, apesar do esforço e vontade.



O esforço deu certo, sim, mas ainda não esta bem organizado taticamente. Felipão não tem mais oportunidades de testar suas peças, mas pode usa-las de uma melhor forma. É preciso ter um pouco mais de visão quanto ao tipo de jogo que a seleção vai jogar, e a que cada um vai desempenhar. Não vi isso muito bem definido nos jogadores. Alguns tiveram de fazer outras funções, que nem são deles, pra fazer jogo, criar jogadas. 
Então, consequentemente, a seleção precisa de uma cara, uma definição solida, pra não ficar de galho em galho atrás de definições fajutas. Ou tem uma cara, ou não vai saber o que é titulo.

P.s> Pareço estar menosprezando o placar, mas isso não foi suficiente. Ainda existem coisas maiores pro Brasil conquistar, do que um amistoso contra a França.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Trabalho & Trabalho




Trabalho.
Rotina.
Acorda, levanta, se higieniza.
Toma café, vê a TV rapidinho e sai.
Trânsito caótico, vida que não anda
Enfim no trabalho. 
Começa, faz tudo, tudo se faz.
Para no meio-dia.
Se puder descansa
Se não, se vira.
Volta tudo de novo
Trabalha, Trabalha, Trabalha.
As horas não passam
E quando finalmente tudo acaba
O Ultimo desafio
Voltar pra casa.
A vida para mais uma vez
Pra matar você de vez.
Pra te levar pra casa.
E te fazer pensar
Que amanhã terá outro dia.

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