quinta-feira, 23 de maio de 2013

Das nossa anencefalias




Antes de mais nada, não quero que estranhem o titulo do texto. É assim mesmo, de quando em quando, ou mais (verdadeiramente) falando, frequentemente isso acontece.
O mundo não é dos espertos, mas é dos anencéfalos, que simplesmente não agem de maneira coerente.
Digo isso por que, nos últimos dias, tenho visto e ouvido atitudes cada vez mais absurdas.
Duas delas posso retrata-las.
Um amigo, que trabalha numa escola, disse-me uma vez, que havia um pai que foi por seu filho na escola por que ele era altamente problemático, em plenos 14 anos de idade. Mas ele não era assim somente por algum afrouxamento dos pais/tios/avós, mas por simplesmente isso acontecer por quem deveria cuidar dele na ausência dos pais: a babá.
Tudo bem, ninguém tem essa obrigação toda de cuidar dos filhos dos outros, mas esse trabalho exige essa penumbra. Simplesmente o menino não sabe de nada (é um analfabeto funcional pelo que ele me falou), e anda até de pés descalços pela rua, mesmo com a plena consciência da mãe/pai/outros parentes (um exemplo de anencefalia).
Outro exemplo dessa carência (grande) cerebral de nosso país, foi um ex-colega de faculdade, ter dito em uma aula, onde estávamos falando de coisas importantes, como a vida e outras coisas mais, que ter um lugar seu, certo e que ninguém mexa ou sente-se na sala de aula, também faz parte desse critério de importância.
Eu apenas ri por dentro, e nem fiz comentários (fica a seu critério julgar - ou apedrejar - esse rapaz). 

sábado, 18 de maio de 2013

#ThanksBecks!




(Foto: AP) 
 
Não podia deixa de fazer esse post.
Pelo muito que ele representou
Mesmo sendo midiatico.

Obrigado Becks
Pelos gols, pela felicidade que você transmitiu em cada rosto nos jogos.
United, Real Madrid, Milan L.A. Galaxy, e PSG!
Você merece cara.

Mesmo esse singeo post sendo curto
Vim apenas dizer
Obrigado.

#ThanksBecks!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Nas lutas diárias dessa vida




"Quantas e quantas coisas meu Deus!", dizia eu (e ainda digo) nesses tempos.
Pois é, as coisas não não fáceis quanto parecem (e quem disse que é fácil viver?).
Das lutas e da vivencia, um aprendizado todo dia, pra valorizar o meu valor, e (quem sabe) erguer o outro quando ele necessitar.
Ver que é de verdade, não com os olhos, mas sim com o coração aberto, pra também escutar o que se diz desse alguém. É disso que fazemos as verdadeiras coisas boas, com as pessoas que realmente merecem nossa atenção (e aquelas outras - aquelas mesmas - que nada ou pouco se fazem - pra si e pro mundo - essas mesmas, vermos elas se deteriorarem no rumo de buracos e pedras gigantes do ego e do marasmo).
O mundo é assim mesmo, é uma pena. Mas podemos cada dia, fazer o melhor por nós, sem querer mal a ninguém, sem guardar mágoas. Se você apenas foca no seu, você faz acontecer.
Eu mesmo, posso dizer que estou tentando, mas isso não significa que eu seja maior do que algo ou alguém. Todos estão tentando, e por isso não posso parar.
Se eu puder ajudar, eu ajudo, mas se me pisarem, eu dou a volta por cima, por que quem é fraco, só pensa em reagir para se vingar. Eu não tenho essa sede toda.
Por isso, eu vou caminhando, até chegar lá, aos meu sonhos. 
E que Deus complemente-os da forma que penso, ou até melhor se possível. Assim, vai ser melhor.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Pena de Morte no Brasil

Na aula de quarta do cursinho que estava fazendo, estávamos discutindo vários assunto de atualidades. No meio deles, veio atona a questão da pena de morte no Brasil. Logo um aluno falou para o professor de autualidades:

"Professor, o senhor não acha que a pena de morte seria uma saída para o Brasil?"

Ele logo responde:

"A maioria em peso, concorda que sim, deve haver isso. Mas eu, não concordo de fato. Por que? Simples: isso não inibiria por completo a violência. Por exemplo, na Lei chinesa, diz que se você estressar uma vaca, você pode morrer. Estupro seguido de morte? também. E lá eles matam mesmo. Tipo, uns 10 mil por ano, e é o que mais mata no mundo. Isso enquanto o segundo, que é o Irã, mata cerca de 150 pessoas por ano, por decepção da cabeça com espadas em praça publica. Na China, é na bala. 
Nos E.U.A. também se faz isso, principalmente no estado do Texas, pela cadeira elétrica. O Texas é o terror de lá. Isso faz até um certo efeito, mas consequentemente tem um defeito muito notório, e que na minha opinião, é disso que mantenho minha opinião de achar que no Brasil não se deve ter uma lei que decrete a pena de morte: Nos E.U.A, muitas vezes só se descobre que o cara que morreu era inocente, depois de anos e anos que ele foi morto.
Fora outra coisa: Aqui o adolescente já é condenado a pena de morte. Não pela morte, mas pelo tipo de vida bandida que esses caras vivem, por que aos poucos, eles vão morrendo."

Achei bem simples e categórica as palavras do professor. Sinceramente, sou contra, pois, ainda acho que, se houver vontade politica, tendo uma reeducação social e cultural a esses presos, ao menos, a sua grande maioria poderia sair regenerado da cadeia. 

Para melhor dizer o que o professor falou, vou colocar aqui um vídeo breve, de um pouco do que ele falou sobre esse temido e polemico assunto.



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Quedas, mudança(s) e atitude(s).




Em toda a nossa vida, passamos por tribulações, seja elas terríveis ou piores do que pensamos.
Isso é bem ruim, não nego, pois passei por poucas e boas (até recentes) nessa vida.
Mas algo de bom há de surgir no meio de tudo isso: a função de pensar.

Já dizia aquela mítica frase que ouvi numa das musicas de Zezé & Luciano (escrevo assim mesmo,e dai?), "Quando a cabeça não pensa, o corpo paga o pecado".

E é mesmo, sem sombra de duvida.

Quando sofremos coisas assim, bem graves (não vale coisas leves, pois não aprendemos tanto assim com elas - ou nada, geralmente falando) caímos, pensamos e, consequentemente, temos a atitude natural de  se levantar, pois afinal, quem é o individuo que gosta de ficar no chão lamentando dores?

Eu mesmo posso dizer pelas minhas. Algumas, bem mais serias, mas que me fizeram ser bem melhor do que antes (não que eu sofra mais do que ninguém, mas cada um sofre de acordo com o seu tamanho - tire a conclusão disso, e perceberá o tamanho da sua importância na vida dos que você ama ou gosta).

Hoje, estou aprendendo muito mais, e cada dia mais quero aprender e conviver com diferenças e acasos da minha vida (no começo é dificil, mas agente acaba se acostumando).
Sei que nada é perfeito, mas estou tentando a cada novo dia ir até meus sonhos, trilhando um caminho novo da melhor maneira possível.
Todos deveríamos ao menos ser mais compreensíveis a questão de aprendizado.

Tem gente que não entende, e acha que é bobagem aprender na marra. 

Eu e muitos que já viveram (anos luz mais experientes do que eu até), sabemos o quanto é duro aprender a ter de lhe dar com as coisas mais duras da vida (eu, sinceramente, nem tanto, pois ainda sou noviço em muita coisa por ai).
E ai então, mais cedo, mais tarde, acaba "quebrando a cara", definitivamente, por que não queria aprender e afazer o processo natural das quedas: cair> levantar> pensar> seguir.

Esse é o melhor caminho, pois, nos renova, e nos faz ver tantas outras coisas que pareciam ser bobas aos nossos olhos. Os aprendizados, são realmente, uma excelente reflexão de nós mesmo, principalmente das atitudes que cometemos de forma (escancaradamente - as vezes) errada.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Premier League sem Ferguson




Hoje, lendo costumeiramente as noticias do esporte, me deparo com a manchete na ESPN: 


Não nego, já esperava um pouco dessa sua aposentadoria.
Mas pensei comigo mesmo, depois de ler a noticia, indo mais afundo no meu eu, falei para mim:

"E agora, como vai ser o United, e principalmente a Premier League sem o Sir. Ferguson?"

Será uma lacuna eternamente com o sua ociosidade.
Vejo desde que me entendo por homem futebolístico (entendam: isso é um blefe meu, não sie nada de esquemas táticos), que Sir. Alex Ferguson é o melhor técnico de futebol de todos os tempos, mesmo nunca ter tido sucesso numa seleção.

O que ele fez na era United (pois antes ele já atuou em dois clubes do futebol escocês), foi incrível.

* Título da Supercopa da Inglaterra compartilhado com o Liverpool
(Fonte: Wikipédia)

Toda essa história, construída com muita determinação deste Sir mágico do futebol, tem muito significado, não só pelos títulos  mas pelos times que montou, pelo estilo de jogo que ele desenvolveu, e pelo carisma que conquistou todos os amantes do futebol.

Pra mim, não existem palavras pra definir este Sr. Sir Football Alex Ferguson. 
O que eu tenho a dizer é simples, mas com muito significado:

Obrigado Sir. Ferguson, mesmo antes de sua despedida.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Pró e Contra





Vendo hoje (uma matéria de ontem), num site, fiquei bem decepcionado e chateado.

O Lobão (que tanto gosto, ouço suas musicas, e já li até sua biografia - e não perdi um programa seu na época do 'Lobobotmia' na MTV) fez um livro chamado, "Manifesto do Nada na Terra do Nunca".
Ainda não li o livro, mas espero ler em breve pra tirar melhores conclusões (em quem sabe - não sei - ter uma melhor opinião o que vou falar aqui).

No livro, há uma parte divulgada na internet que cita muito bem sobre Rap e Rip Rop:

“O rap e o hip hop viraram um órgão de propaganda das ideias medíocres e revanchistas do PT, com a sua maior expressão, os Racionais MCs virou uma ridícula caricatura de toda esta doutrina (...) São efifanias de Mano Brown, abrandar clichês anacrônicos a convocar o terrorismo explícito (...) Exatamente como era de se esperar de um papagaio piegas e recalcado. O tão chamado idiota útil" ¹

(Baseado no que vi,e pensei) .
Sinceramente, ao ver isso, achei muito preconceito de sua parte, pois nasci próximo a favelas e sei o quanto isso é bem serio a realidade que ainda vivo. 
O Rap e o Rip Hop, falam sobre as realidades existentes nesses submundos espalhados Brasil afora, e dizer o que ele disse no livro, foi infeliz.
E por que isso (Rip Hop & Rap) esta sendo chamado de terrorismo? Acho que Sr. Lobo esta de forma desnecessária essa linha das ruas. Se ele parasse e ouvisse ao menos cinco musicas dos Racionais Mc's, Emicida, Sabotagem e outros (ou uma, se quisesse - não é necessário ser pra muito), perceberia o quanto essa realidade das favelas são descritas como forma de poesia no meio do caos (Rap = Ritmo e Poesia).
Parece forte, mas é o real. E isso não faz apologia nenhuma ao terrorismo ou banalidade, apesar das situações que são falada nas letras. Sei, existem uns babacões por ai, que fazem um monte de apologias, e não segue o que tem de ser feito na linha do Rap e Rip Hop (esse é o lado ruim - como em qualquer outro lugar, sempre existe a podridão que quer contaminar o meio), mas a linha do Rap e Rip Hop é essa: a de mostra a realidade, nua e crua, sem ofender, sem magoar, só pondo em algo interessante, um pouco de arte, e mostrando que negro e pobre também pode fazer muita coisa pelo mundo (Digam-me de 2Pac ou Jay-z).

(O lado bom, pelo que vi) O lado bom do livro, (ao que me parece, fora essa minha critica na parte acima) é que ele é um 'desabafo' sincero, de um cara que cansou de ver essa nossa sociedade se render por tudo (ou até por nada se duvidar). Nós realmente precisamos mudar muito (digo - na minha parte - na escola onde trabalho, que tem mil e uma situações. Uma mais catastrófica que a outra - lamentável).
Ao menos ele desabafou. Mas não é suficiente.

Se o livro vai mudar algum rumo neste país, não sei, ele não é didático, pois ao meu ver (humilde, e manso de coração) é um protesto/revolta de um cara (Lobão ão ão ão ão) que esta (ao menos o que me parece) tentando mudar seu mundo - isso é bom.

Mas é isso. Que cada um (respeitosamente) diga o que acha - por favor, escancarem, mas não vamos xingar. Cada um pensamos de uma forma. Eu penso dessa. Espero que meus amigos leitores (que vão pensar em outra forma - ou parecida com essa que vos falei) sejam respeitosos. Só isso que lhes peço.


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Becks > Eu (Não necessariamente nessa ordem)




Hoje, David Beckham completa lá os seus 38, em um "bom" nível, e um monte de coisas que homens e mulheres (principalmente elas) sabem.

Ele é um dos meus ídolos no futebol, não nego.
Desde os tempos de Real Madrid (não peguei a fase no United), até os dias de hoje, admiro muito o cara que ele é (apesar de que, para alguns, ele é muito superficial, marqueteiro, e o caralho (que tenha dinheiro e tenha no fim o "eiro", pra poder fazer rima")

Nos idos de 2002, na época da copa que o Brasil foi penta, foi o auge da minha admiração por ele.
Antes da copa, eu e alguns coleguinhas de classe na época de 6ª serie (hoje - "moderno" - 7º ano), apostamos em quem iria ganhar aquela copa. Combinamos em cada um dos meninos - naquela época, em torno de 10, ou 12 membros testosterianos em sala - apostar em duas seleções que venceriam a copa. Por incrível que pareça, o líder de nossas preferencias, era o Brasil - quase uma imunidade, apesar dos desastrosos jogos que vinham fazendo, e da desconfiança geral da nação. 
A segunda aposta, variava muito. Na minha memória, lembro-me de ter ouvido Nigéria, Espanha, Itália, e Argentina. Eu, de bobo, apostei na Inglaterra, justamente por causa do Becks (o apelido do Beckham). E nessas discussões  de quando em quando, eu dizia em tom enfático:
-Ou dá Brasil, ou Inglaterra!
E alguns até diziam:
-Sai daí, cagão!
Tudo bem. Não liguei (apesar da pivetisse dos meus 11 anos). 
O melhor jogo da Inglaterra, foi contra a Argentina, quando o Becks fez aquele gol de pênalti no Sapporo Dome (um estádio que tinha, onde havia uma cobertura - lá, a Alemanha, com Klose, Ballack e cia., fizeram 8x0 de cara na Arabia Saudita). Sem querer, de quando em quando nas andanças de pés e palavriados (e outras atitudes - burras ou não) dessa vida, chamo aquele jogo de "A doce vingança", depois de 1998, na França, quando ele foi expulso(Que Injustiça!).
Pareceu não ser pra tanto, mas foi muito legal. Vibrei junto com ele em casa, vendo o mesmo quase rasgar a camisa, gerando risos de meu pai e minha avó na casa.
E eis que, no bendito dia das quartas de final Brasil x Inglaterra, fui o alvo.
-E agora, quem ganha o jogo, Danadão? - disse um dos meninos.
-Brasil. Eu 'num' sou inglês. - falei. Seco assim.
No inicio do jogo, eu havia acabado de acordar. Vi meu tio e um primo meu, na época morando na minha avó, vendo a partida.
-O Brasil ta muto nervoso, num deu um chute que prestasse - disse meu tio, revoltado.
-Se perder vai ser vexame - disse meu primo, já com medo do pior.
Nisso, o Brasil, acabou ganhando, mesmo com aquele gol que tomamos do Michael Owen (e só de lembrar que o Sr. Lúcio deu aquele vacilo - aiaiai).
Dai, por diante, fiz uma coisa bem bacana: Todas as aulas de Educação Física, eu fazia aquele moicano que o Beckham fazia na copa (e isso 8 anos antes de o Seu Neymar Jr. fazer isso, em 2010).
Até meu professor na época dizia:
-olha lá o David Beckham!
E eu, todo a pampa, ficava bacana, só no estilo (idiota!)
E como sempre havia rachão no fim das aulas de Educação Física, eu tinha a plena obrigação de fazer gols, e dar alguns passes (sim, eu também já fui garçom - sem exploração de trabalho infantil!).
Sempre que pude, durante os tempos, eu acompanhava os jogos do Real, e tinha até uma camisa, com a 23 (do Becks!)
Era sensacional. Tempos bons aqueles.
Hoje, já mais madurinho, ainda admiro o Becks, mas já perdi o encanto pelo seu futebol faz tempo (o marketing dele ainda continua o mesmo).
E é isso. Ainda gosto do cara (como jogador, não como modelo - longe de mim isso!).
Mas mesmo assim, tenho uma pequena gratidão por ele ter participado dessa minha vida boa, e legal que tive no passado. 
Obrigado Becks, e Muitos anos de vida pra você! 

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