sexta-feira, 20 de julho de 2018
Chester Forever
quarta-feira, 18 de julho de 2018
O que o poker me ensinou para a vida.
OBS: caso você queria saber mais sobre o jogo, clique aqui.
sábado, 14 de julho de 2018
Eu voltei (mas, será que pra ficar?)
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Criando um fato novo
Ano novo, velhas coisas acontecendo. Ao menos no Real Madrid foi assim. Rafa Benitez saiu, e entrou Zidane. Até ai, nada de novo, tudo muito fadado. Coisas do futebol.
Mas quando Florentino Perez abriu a boca pra falar, disse algo, pra mim ao menos, bem incomum, e, digamos, um pouco ridículo de ser:
Como assim? me expliquem isso! Será que a abrasileiração do mundo está pegando certa parte da Europa, mais precisamente Madrid? Entendo, que desde o começo Benitez sempre foi vaiado por conta da saída desnecessária de Ancelotti, que foi muito injusta por sinal (e desconfio eu que seja muito questão de influencia de patrocínio - que provavelmente estava perdendo com a falta de títulos no fim da temporada).
Mas dar uma boa desculpa de que "estamos criando um fato novo", para por um novo técnico no meio do caminho, não é a razão de tudo. Tudo bem, entendo que o Zidane pode melhorar o time num curto/longo prazo. Mas penso que, se as escolhas corretas tivessem sido feitas lá trás, muito provavelmente essa troca não haveria acontecido (no caso, manter o Ancelotti seria o correto - e o melhor a ser feito).
Infelizmente a Europa já não tem mais essa blindagem de dizer que há planejamento a longo prazo. ha sim, mas não é uma imunidade, ou uma filosofia do futebol de lá (em termos gerais).
Mas que ao menos as coisas sejam mais dignas e menos imediatistas.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
O que 2015 deixou para mim.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Renovando tudo
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Pane Geral!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Je suis blessé.
Iniciamos o ano de 2015 da pior forma possível. A intolerância, mais uma vez da o seu ar de seriedade (não de graça - onde há graça nisso?), desgosto e dor.
De quarta pra cá (dia 09/01/2015), vimos o terror, o pavor, e outras tantas coisas ruins se desencadear como um efeito dominó, que não poderia, de forma alguma ter acontecido por conta da ignorância e ódio alheio.
A maior vitima, não é só o Charlie Hebdo e seus entes que sofreram dessa estupidez, mas todos nós, que buscamos um pouco mais de paz, a cada dia que o mundo vai ficando furioso com os erros imuteis de outros.
Sim, somos um conjunto de vitimas, que vê nossa paz e amor, desmanchando em sangue derramado e ódio disseminado, de forma errada e fútil, não só na França, mas em todos os lugares desse mundo.
Dessa situação, vemos diversas coisas, analisamos tantas outras, mas uma em especial, que se evidencia muito é a intolerância.
Seja elas de cor, religião ou afins, esses tipos de intolerâncias, são um lixão jogado em seres que não tem nada haver com essas indagações contrarias (e nojentas) a deles.
A vítima, muitas vezes, apenas que viver em paz, num lugar melhor, e ser respeitada como um humano qualquer digno, independente da sua condição social.
Não ter respeito por uma pessoa, que seja contraria a qualquer opinião contraria a da maioria, já é ruim. Imagine se ela te mata por essa intolerância? (Infelizmente, vimos o resultado disso nesses dias).
Acho que estamos bem longe de uma coisa simples, mas que deveríamos carregar todos os dias conosco: respeito.
E ainda me lembro, o quanto meus avós diziam que isso era bom.
Alias, é bom.
domingo, 30 de novembro de 2014
De cá a diante
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
De tudo que vi nesses tempos.
Nos tempos que passaram de eleições, ofensas, Desculpas, diretas e indiretas, vejo, como os mais lúcidos que o tempo e as pessoas estão cada vez mais loucos. Sim, tudo estar revirado, como todos nós podemos ver, mas nada podemos (ou melhor, queremos) fazer.
Isso vejo até nos livros. Li, na última vez "Budapeste", do Chico Buarque. Num trecho do livro, que fala de Jorge Costa, um escritor frustrado, que acabou fazendo um livro de sucesso, só que para um outro autor, que era gringo, e quando vinha ao Brasil, cantava muitas vezes sua mulher.
Sempre que ele se encontrava com o tal biografado, o mesmo fazia cara feia/pouco para seu biógrafo anônimo. As vezes confundia muito o nome fictício do livro (O Ginografo) como o título real do livro. Mas voltando a parte da cafagestcagem, vejo em questão que nunca paramos com certas atitude, e fazemos pouco caso dos outros. "Os outros que se danem", já dizia o mais rabugento. Não se importamos sequer com o outro, e isso causa um tipo de alucinação fatal e letal.
As eleições foram o reflexo da ignorância e do ódio disseminado que nos deixamos contaminar. Como pode Isso? Simples: culpa nossa, toda nossa.
P.s - O texto está meio estranho, por que estou digitando de um tablet (ainda estou me acostumando com essa coisinha).
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