sexta-feira, 29 de setembro de 2023

Conexões Mais Humanas





Cada dia mais, com os avanços tecnológicos dos nossos tempos, tendemos a cada vez mais estar conectados, de maneira remota com muitas pessoas de nosso ciclo. 

Mas, é ai que pergunto: e de maneira humana, estamos nos conectando?

Essa pergunta veio do livro que estou lendo atualmente, "O Poder Curativo Das Relações Humanas" de Vivek Murthy. No livro, ele fala, de maneira cientifica, mesclada relatos ouvidos e vividos, sobre a importância, que por sinal temos deixado muito de lado, das conexões humanas.

Para se ter uma noção disso, uma simples conversa com quem mais amamos, pode fazer o nosso dia um pouco melhor, e, ao longo do tempo, melhorar nossa saúde.

Evolucionalmente, somos seres gregários, desde os tempos em que nós éramos nômades, passando pelo desenvolvimento da agricultura, até passar por muitos momentos na historia, e chegarmos aonde estamos atualmente.

A grande conjuntura de 2020, nos provou isso mais do que nunca, que viver sem um abraço, não ter alguém pra conversar, olhar no olho, tende a nos fazer muito mal (e podendo findar as nossas vidas).

Que possamos valorar cada dia mais isso, deixando as telas mais de lado, e vivendo essa obra de arte que Deus nos deu, que é a nossa própria vida, do modo mais natural e humano. 

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

Rever a Nossa História Para Não Perder a Nossa Essência.


Estava justamente hoje, antes de cá escrever, vendo os meus posts antigos.

E isso não reflete uma idiotice (ou sim, quem sabe), mas muito mais acima disso: uma evolução da minha parte. 

Tendo a ler e escrever um pouco melhor a cada ano, mesmo já sabendo duas coisas:

Uma: Que já tenho, quando vos escrevo nesse post, 16 anos lendo e escrevendo.

Dois: Que mesmo com todos esses anos, ainda tenho muito, mas muito chão pela frente (pelo menos eu desejo mais uns bons 60 anos disso tudo).

Tenho lido mais rápido: ano passado somente, li 48 livros, e fiquei "preso" ao 49º por conta que ele era um pouco mais denso, e me exigia uma energia de atenção e retenção da leitura (esse livro era "A República, de Platão). E estou voraz (até demais) nessas leituras (que são muito boas por sinal). Os anos tem me mostrado um modo de velocidade e retenção absurda nas minhas leituras (logo em breve, comentarei sobre algumas delas).

E escrito? Um pouco menos nos últimos anos, mas ainda bem habilidoso e voraz, por manter, ainda tão novo (lembra-te: tenho 32 quando escrevo esse post), esse habito da escrita (que não tem nada de dom - só milhares de horas dedicadas, a esse tecer manual sobre as letras).

E creio que tudo isso, me faz refletir e me inspirar para um bem cada vez maior. Para mim, e para você ai, do qual sou grato por ler esse post. 

Nem sempre ando inspirado a escrever. Mas, na grande maioria dos meus dias, escrevo o meu melhor para que cada vez mais, eu deixe rastro de novas boas histórias, e novas boas inspirações para meu futuro que virá (e até os de vocês aí, que estão lendo esse post - que mais uma vez, sou muito grato por ler aqui meu blog).  

Que venham novas inspirações. 

quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Daí Graças Sempre


Estava vendo por esses dias a internação do Fausto Silva.

É uma coisa de partir o coração. Nessa hora, todos somos humanos, independente de classe social.

E, junto a isso, temos de agradecer. Agradecer pela vida que temos, e por não ficarmos prostrados em uma cama como muitos por ai. Ou até mesmo, no próprio caso do Faustão, de ter um problema de saúde que nos impeça de buscar o nosso melhor.

"Ah, mas ele tem muita grana pra se bancar".

Mas, e a saúde? Você curte uma praia com pedra nos rins ou com leucemia?

Isso fora que não citei o Zagallo, que está internado, porém, quando escrevo esse post, ele está estável e bem no hospital.

"É, mas o Zagallo estava velhinho, 92 anos é muita coisa".

É como diria o matuto daqui da minha terra, que é mais sábio que muita gente:

É muita gente abestada nesse mundo.

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

Separar Tudo Aquilo Do Que É e Não É.

Sim, sim: Minha vida sempre seguiu a esse modo (mesmo com devidas falhas nesse dique para impedir pessoas medíocres).

Vejo que tenho essa percepção desde um bom tempo (posso dizer que já são uns 10-12 anos), de seletivar coisas e pessoas. 

E durante esse tempo todo, a gente vai se aperfeiçoando (com os nosso erros e os dos outros), e modelando melhor tudo aquilo que deve ser. E também, modificando, o que também pode levar a reconsiderarmos o que antes não era tão bom assim.

E creio que, cada vez mais que fizermos isso (mesmo que de inicio não pareça proveitoso assim), para não só vivermos melhor em geral, mas no especifico, entender que muita gente já passou, e ainda passará pelas nossa vidas, cabendo a nós, sabermos quem estará de fato, conosco nessa caminhada a longo prazo. 

É de uma coisa, que até falei em um vídeo meu no canal do youtube, sobre quem para com você, quem anda com você, quem corre com você e quem voa com você. 

E dessas percepções, e que a gente vai fazendo o que citei anteriormente: vamos modelando e ajustando o nosso modo de viver e seletivar, coisas e pessoas, para toda a nossa vida, do agora, e do depois. 

terça-feira, 30 de maio de 2023

Vini Jr e o r4cism0 desenfreado.

o nosso craque Vini Jr. - Foto: agencia press

Bem, vimos nas semanas anteriores, que o jogador do Real Madrid, Vini Jr., sofreu com diversas injurias r4c14is na Espanha (e muito estupidas ao meu ver - tipo de gente que ver alguém melhor, e adora rebaixar os outros).

Isso, entendo muito bem, que de fato, é um problema grande.

Mas, agregado a isso, tem um outro problema (se não do mesmo tamanho) em nossa sociedade: o excesso de politização do r4c1sm0.

Explico:

O r4c1sm0 é de fato um problema do qual nós, como sociedade, devemos conscientizar sobre tal (e não temos dúvida disso). 

Porém, fico muito cético quando o agente estatal entra nessa equação, por que quando muitos pedem leis mais rígidas, é por que, somos incapazes, como massa conscientizadora, de fazermos, por nós mesmo e pelo outro, com que esse mal acabe (pois, tudo começa de casa, e não da rua ou qualquer coisa externa que não seja a nós mesmos).

E há um segundo agravante nisso: pedindo mais leis severas contra esse mal, o agente estatal, pode se valer disso para contra nós, em outras leis e esferas dessa mesma. 

Se um dia, por ventura, as pessoas pedisse a d3c4pt4ção de alguém que foi r4c1st4 com determinado grupo, o agente, se valeria disso para usar em outras leis contra nós.

Então, por que pedir mais do agente? E por que não, ao ver todos esses atos contra um alguém nos representa em determinada área da sociedade (e tão bem, como o Vini Jr.), para ensinar nossos filhos e nos concientizarmos que, isso tudo (como o r4cismo e afins), não tem vez na nossa vida? 

Temos de aprender muito como sociedade. Por que, se nós mesmos, não coibimos como sociedade todo esse mal, o agente estatal é que não o fara por nós (e até pode fazer; porém, pelo momento e tempo que convier para ele).

E isso, me faz lembrar muito aquele versículo bíblico, que fala a seguinte:

"Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles."

Provérbios 22:6.

Que possamos nos conscientizar sobre o que podemos fazer contra o r4c1sm0.

domingo, 28 de maio de 2023

E sempre vou... mas acabo voltando.



E, de repente, cá estou.

Mais uma vez, dessas idas e vindas que a vida dá por aqui (e em outros cantos). Postei pouco por aqui nos últimos anos (e ano passado também - 2017, fora o único ano até então, que não postei mais nada, pois mudei de plataforma, que sinceramente, era uma coisa que sequer deveria ter cogitado).

Muitas vivências, aprendizados e outras coisas que movem minha vida.

Porém, é sempre bom está aqui, comentando um pouco de (quase) tudo. E nisso, até o meu passado, vocês podem ver, e eu não posso esconder isso de ninguém, até por que sei que seria cobrado, se caso o escondesse. Então, serei de fato, transparente por aqui (como sempre fui).

Porém aqui, de maneira mais ponderada, sábia até (por que não?).

Mas é isso que tenho pra falar. E que bom está aqui outra vez.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Das pessoas que julgam, mas são velhas demais

Essa semana aconteceu tal fato, dos mais interessantes, e que me fez refletir sobre mais ainda sobre o comportamento das pessoas.

Voltei por esses dias à escola para substituir minha mãe (que fora resolver algumas pendencias familiares).

Na escola, que agora estava de forma reduzida (antes até o 5o ano, e agora até o 1o ano, por conta da grande conjuntura de 2020), vi algumas caras novas e também outras um tanto conhecidas (e que, em sua maioria, eram 'gente boa').

Mas tivera alguns poucas ruins, e essas notei algo muito peculiar: elas estavam me tratando do mesmo modo do qual era há uns anos atrás.

Isso quando eu era bem iniciante nas minhas perspectivas e atuações lá dentro.

E nisso notei que como elas me julgavam, falavam muito mais delas do que de mim, por que, pensem comigo: talvez (e talvez mesmo, pois pode ser que eu esteja enganado no meu pensar), essas pessoas estão na mesma velha rotina de sempre, com as mesmas atitudes e manias (com uma mudança aqui, e outra acolá, mas nada muito destacado que possamos dizer que ela realmente mudou).

Eu mudei muito. Evolui demais (dá pra perceber pelos posts que faço aqui, e o tanto de coisas e ideias que abordo por aqui). Elas, realmente não sei tanto. Mas esse sinal, dá muito a entender, mesmo sem dizer uma palavra.

Então, o aprendizado que fica é: sempre que alguém fala de você (te julgando) ou de outrem mesmo, lembra-te: é sobre ela, não sobre você ou esse outrem.

Fiquem atentos.


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Não Meta seu bedelho


Num belo dia, eu acordo. E com as mais diversas mensagens.

Eu não estava num momento bom, e graças a Deus o superei.

(Mas essa me fez refletir bem)

Um "amigo" me fez uma proposta

-Olha, faz isso aqui, que dá bom. Vai lá. Faço 1,2,3,4,5 coisas e vai dá bom.

-Cara, agradeço demais, mas não viu. Obrigado.

-Mas cara, tenta. Faço A,B,C,D,E. Vai dá bom.

-Na boa, está tudo bem. Vai dá bom. Tamo junto.

Nessa, fiquei refletindo sobre a persistência. Eu entendi muito bem que ele queria me ajudar. Não era das piores condições, mas já a superei e estou caminhando, graças a Deus.

Mas pensem comigo: num momento delicado de alguém (seja lá ele qual for), é necessário mesmo eu dá uma opinião de como se deve fazer X com Y na situação da pessoa, o ficar em silencia e apoia-la somente, mesmo que você não concorde com a decisão tomada do outro (a não ser que de fato a tal decisão seja grave)?

Isso me lembro um livro que li há um bom tempo "O poder dos Quietos" da Susan Cain, que justamente fala do poder dessas pessoas, que são mais silenciosas, comedidas, e que, segundo pesquisas registradas no mesmo, tem 28% menos dopamina comparada a pessoas extrovertidas (ou seja, elas tendem a ser menos impulsivas - e mais analíticas - na hora de tomar uma decisão).

Então, a lição que ficou pra mim foi essa: fique em silencio, evite os pitacos. Estamos em um mundo que não para de falar, e seu silencio pode fazer sua palavra se valorizar (e ser usada bem - se assim o for - nos momentos mais importantes).


domingo, 30 de janeiro de 2022

Como a Arte move a minha vida

 Isso mesmo: a arte.

Talvez eu nunca tenha falado isso por aqui (LEMBREI: EU JÁ FALEI AQUI). Mas, vou resumir de um ponto muito curioso que me fez querer pintar alguns quadros.

Eu adoro arte. Já fui a N exposições na minha cidade, e sou encantado pelas cores.

Desde 2007, sempre tive isso a veia, mas nunca levei tão continuamente pra frente como a escrita. Sempre apareciam coisas quebradas, mas eu não cheguei a pintar sequer um quadro.

Mas ai êis que surge agosto de 2021 na mina vida, e uma porta no primeiro andar do trabalho em uma outra cidade, Maracanaú pra ser mais preciso. 

Não vou escrever tanto nesse post, pois prefiro que vocês vejam no vídeo abaixo o tanto de coisa que isso me envolve (e esse fatídico dia também, relatado no vídeo abaixo).




quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Entre o respeito e a fama



Não sei se vocês viram a menininha (o nome dela é Alice) que estava fazendo um sucesso nas redes, da qual ele fala as palavras certinhas, bonitinhas, quase que sem erros, deixando todos nós derretidos na sua fofura.

Mas nisso, houvera um problema.

Segundo sua mãe, as pessoas na internet estavam usando a imagem da sua filha, de maneira indevida, em forma de memes (justamente com a tal propaganda do bancão).

E em específico, essa situação, me fez pensar, que há uma "faca de dois gumes" nessa história.

De um lado, tem essa reclamação de uso indevido e inadequado da imagem dessa neném. Realmente, não há nenhum merito pra tal, isso constrange muito os pais, pois a criança não tem nenhuma noção dessa situação para dizer algo sobre isso.

Pela outra ponta da coisa, ela poderia ser mais aguçada no modo de ver a coisa, e usar esse "burburinho humorístico", pra cobrar mais por outras campanhas que ela (a Alice), fosse contratada, fazendo um portfólio, e mostrando números e dados que comprovassem ao contratante o valor da imagem (e impacto) da pequena na campanha.

Não vejo nenhum problema quanto as duas visões (até por que eu preferiria a segunda - a de fazer com um limão, uma limonada). 

E isso nos prova o quão a vida é diversificada, e que sempre há dois lados da mesma história, o até mais, se caso o for.


domingo, 9 de janeiro de 2022

Para um novo ano que aqui está



Aqui estou mais uma vez. Mas muito mais pra falar um pouco do que vi e vivi (não exatamente nesse post, pois ele ficaria muito extenso pra tal).

Mas por horar, andei revendo post a post, e colocando tudo em seus devidos quadrados. Vi que o único ano que não publiquei aqui foi em 2017 (no décimo ano desse blog, publiquei no meu site, e não aqui, tentando força uma mudança, não tão bem sucedida por conta da minha indisciplina - com o sono e as minhas atividades particulares).

Hoje, confesso: estou mais no sentido de falar do que escrever. Mas vou voltar a escrever mais por aqui, colocar as coisas em ordem, e sai do foco comum, e registrar minhas percepções de mundo com aquilo que atualmente ando fazendo.

Detalhe: não escrevo só aqui. Escrevo em pelo menos mais dois blogs e um diário virtual, que resolvi também revirar, e que fazia de terapia (e que continuarei a fazer pelos próximos tempos).

Talvez minha estratégia vá ser tirar um dia pra escrever tudo que tenho pras quatro (que vou revelar aonde é cada um deles - menos o diário, óbvio). Assim vai dá pra gerenciar tudo que for possível. E assim, a vida vai seguindo, e se fazendo óbvia pra mim.

E que venha o ano novo!


quinta-feira, 4 de março de 2021

Como as coisas influenciam muito (inclusive em nossas crianças)

Muitos pais nos dias atuais querem que nossas crianças façam tudo: leiam, obedeçam, sejam educados e exemplares, na escola, em casa e em qualquer outro lugar.

Mas, a grande maioria desses pais esqueceram-se de um detalhe: eles precisam ser antes de ter crianças do tipo.

“Mas a escola deveria educa-los, é o papel dela cumpri com isso, e paguei pra tal”.

Mas não é bem assim que as coisas andam. Até por que também, vivi muito essa questão na época em que trabalhei na escola.

Nessa semana, encerrei o livro do Napoleon Hill, “Mais esperto que o Diabo”, e que justamente fala desse quesito. O autor, cria uma entrevista sobre o vilão (o capitoro), e o mesmo revela as fraquezas e mazelas humanas.

Num dado trecho do livro, ele fala:

“Quando uma criança nasce, ela traz consigo nada além de um corpo físico, representando resultados da evolução de milhões de anos de seus ancestrais. A sua mente é um branco total. Quando a criança alcança a idade da consciência, começa a reconhecer os objetos do seu entorno, ela começa a imitar outras pessoas. A imitação se torna um habito fixo. Naturalmente a criança imitia, antes de tudo, os seus pais. Aí, então, ela começa a imitar seus instrutores religiosos e seus professores da escola. A imitação estende-se não somente á expressão física, mas também a expressão do pensamento. Se os pais da criança tem medo de mim (o diabo) e expressão esse medo de tal forma que a criança consiga ouvir isso, essa criança adquire o medo através do habito da imitação e acaba armazenando isso no seu subconsciente como uma crença real. Se o instrutor religioso dessa criança expressar qualquer forma de medo de mim, esse medo é adicionado ao mesmo temor passado para a criança por seus pais”.

Dado isso, temos entender, com pais, professores ou qualquer outra pessoa que estejam perto de nossas crianças: elas têm a nós, primeiramente, como espelhos delas. E elas, replicam muito nossos comportamentos.

Então, cada vez mais, de forma gradual e consistente, mude, se aperfeiçoe e faça sempre o seu melhor por si, e por sua criança.

Tenho certeza, que o futuro dela (e o seu também, por que não?) será muito melhor do que hoje.

Referencia: Napoleon Hill, Mais Esperto Que o Diabo (Porto Alegre, Ed. Citadel, 2020)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Herdeiros vs Sucessores

Essa vi no ultimo livro que li do Augusto Cury, Pais Inteligentes formam sucessores, não herdeiros.

Basicamente, ele falava sobre o comparativo entre herdeiros e sucessores.

E vemos isso nitidamente em nossa sociedade daqui do tupiniquim.

Cada dia mais, desde que quando iniciei meus trabalhos na educação, vi que muitos pais não tem sequer uma boa orientação de como educar seus filhos. E tudo muito no mundo da suposição, daquilo que eles adquiriram com seus pais, e que está sendo repassado aos seus filhos. Até aí, nenhum problema.

Mas o problema real é: vivemos outros tempos, mais acelerados, dinâmicos, e isso tudo que os pais tentam é em vão, justamente por essa alta tecnologia está nas mãos nas crianças hoje em dia (e elas conseguirem dominar isso tão bem quanto nós), e a velocidade que eles acompanham essas tecnologias. E nós adultos, não.

Sempre bato nessa tecla pelo simples fato que, de tanta desorientação e perdição dos pais nesse momento, acaba acontecendo de uma, duas coisas: ou eles orientam as crianças para um lado mais do medo, da coerção, com gritos, violência, de colocar subjeções que matam sua criatividade e outros talentos, ou deixar essa educação erroneamente nas mãos da escola.

E muitos deles, acabam migrando pra essa segunda opção (por não ter uma).

A escola, até então, sempre bem intencionada, até tenta dar um jeito, vai lá, assume isso, mesmo sabendo desse erro. Mas faz pra apaziguar, não pra piorar. 

Mas por incrível que pareça: piora. E muito.

E é ai que entra o título desse post: ou educamos crianças para serem sucessoras de tudo aquilo que construímos, para que elas possam ser dar uma continuidade similar e até melhorada daquilo que deixaremos pra elas, ou formaremos essas mesmas herdeiras, mais donas de si do que nunca, um ego super inflado, gastona, maltratando um e outro, mas nunca entendendo a si e aquilo que ela tem nas mãos.

Então: que tipo de adultos queremos deixar para o nosso mundo?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Depois de uns logos dias...

Vi que desde novembro não venho cá postar.

Mas virei. Só tenho que pegar um tico mais no tranco.

Vou me planejar pra ajustar, modificar, fazer um pouco a mais do meu melhor pra todos vocês. 

Até já.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Uma Revolta Anti-Misto


E 2020 já fora o ano que foi (nem preciso aqui dizer).

Mas houve uma coisa bem curiosa por sinal no meio de tudo isso: uma revolta (mesmo que tímida), anti-misto ns torcedores de cá.

Durante todos esses dias, vi amigos, vizinhos, e até meu pai se revoltarem contra os times do sul.

Mas não houver um único motivo simples: foram vários, ao longo do tempo, que foi deixando essa galera toda descontente e furiosa com o que faziam com os times daqui.

Até um dia desses, estava conversando com um vizinho meu, e ele dissera:


 "Esses times do sul só querem chegar aqui e botarem banca. Não é assim, não, rapaz!."


Entendo um pouco dessa revolta. E confesso, estou bem a pensar se saio mais desse eixo do sul de torcer pra times de lá, e fico só com o meu amor daqui.

Não é uma simples escolha. Talvez eu, por ser mais paciente, vejo com mais carinho esse fato. Mas, verei pra onde tudo irá se direcionar.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Que homem disparou?



Ô coisa chata foram essas eleições.

Não bastou tudo que aconteceu, e os políticos aprontaram mais essa: usaram uma musica, de cunho neutro (ou não especificado - e de duplo gênero, pois tem uma para homens e mulheres), que encheu o saco nessas eleições.

No meu bairro, houveram 9 candidatos a vereador (e 9 comitês espalhados pela avenida principal). Imagine toda essa gente, nas carreatas (mesmo com as restrições causadas por tudo isso que houve), e tocando a tal musica?

Não entendeu nada? Vá acima. Divirta-se, caso o for (ou não).

sábado, 28 de novembro de 2020

Meu perdão ao d10s





Venho aqui nesse post perdi meu imenso perdão.

Num post passado, falei mal do Maradona, em 2010, se não me salvo engano (vejam no histórico, que vocês o verão).

Com o tempo, fui vendo sua autenticidade. Como uma pessoa de verdade, que mesmo com todo os seus defeitos, foi humano.

Por mais que os brasileiros como eu, possam ter certo nariz torto por ele, ele foi a essa maneira.

E também tem mais: o legado que ele deixou ao futebol. Foi algo que extrapolou todas as fronteiras do esporte (eu até me perguntei se com o Pelé será assim).

Mas, mais uma vez, me retifico sobre um perdão pouco proveitoso.

Mas, que Deus o tenha.

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

O esporte agradece


Ontem fora um daqueles dias em que realmente ficar em casa vale a pena demais.

Nadal, Hamilton, Lebron... Foi bem recheado de títulos.

Nadal no seu Vigésimo feito nos grand slams, Hamilton igual com Schumacher, Lebron levando os Lakers a um empate de títulos com os Celtics (17 pra cada lado na história da NBA).

Isso fora a prova que o esporte é incrível. 

De se ver e se praticar também.

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Como vai ser daqui por diante?

Desses tempos de pandemia, muita coisa me fez pensar e até passar (por incrível que pareça) por esses (e aqueles) dias. 

A mídia criando terror, e o estado apimentando tudo que foi previamente combinado. É triste de ver, mas é a vida desse mundo atualmente.

Mas aqui no meu "cafofo", refleti sobre nossa liquidez. Nosso jeito de ser, ou melhor, de querer ser demais sem poder realmente ser e ter (três vezes ser, pra quem gosta de inflar seu ego).

Alguns chamam de "síndrome de lucífer", e outros de "síndrome do pequeno poder". Prefiro fazer a junção dos dois, por não a ser humano que possa ser bom, tendo as duas condições anteriores.

Talvez tudo isso tenha vindo pra manter as orelhas baixas dessas pessoas (não importando a classe social). Apenas pra alertar que ninguém é de ferro, e que todo mundo está sujeito as intempéries da vida. 

Mas além disso, também preferi manter a cabeça no lugar. Fazer as coisas andarem com minhas coisas (como a Open Mind School), e afins. Era a melhor coisa a se fazer.


P.s.: gerei post para o blog não ficar ocioso. Mas, breve mandarei a ver (mesmo no automatico) para que bons posts saiam daqui. 

sábado, 22 de agosto de 2020

Como os audiobooks nos influenciam bem




Eu ando, além de ler, ouvindo bastante audiobooks.

Porém, isso não vem de hoje.

Desde 2017, venho os ouvindo, através do app Ubook. Mas hoje, venho dinamizando e alternando entre minhas leituras, as escutas de audiobooks. É muito bom, e acelera muito suas leituras.

Exemplo?

Um livro com cinco horas de áudio, pondo a 2x de velocidade, além de reter melhor sua atenção, você pode conclui-lo em 2h:30min.

Pra quê melhor?

Você pode até pensar que não pode. Porém, com treino, indo pouco a pouco na velocidade (começando do normal - 1x - e passando parte a parte - 1,2x, 1,5x, 1,7x, e 2x- você pode reter bem esse conhecimento).

Recomendo muito, pois até de forma gratuita eles estão disponíveis no YouTube.

P.s.: Porém, como todo bom leitor, mais pra frente, pretendo ter os livros de forma física. 

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